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Taques diz que espera pagar salário até o dia 9 de fevereiro

 

Redação 24 Horas News
Taques afirmou que a equipe econômica do Governo do Estado está trabalhando para pagar os salários na data, e classificou como fofocas e fuxicos as informações divulgadas em redes sociais de que o governo atrasará os salários.
Irritado com as informações de que seu governo vá pagar o salário de janeiro novamente de forma escalonada, o governador Pedro Taques (PSDB) disse nesta sexta-feira que tudo não passa de “onda de boatos da oposição”, que deseja atrapalhar sua administração. O governador reconheceu que vem enfrentando dificuldade na arrecadação de impostos, mas assegurou que ainda trabalha para quitar a folha no dia 9 de fevereiro, portanto, antes do carnaval.
“Quero falar de uma forma objetiva, para que não restem dúvidas. Nós ainda não temos nesta data a informação sobre parcelamento ou escalonamento. Queremos pagar os salários até o dia 10. Depende do fluxo de caixa”, afirmou Taques.
Taques afirmou que a equipe econômica do Governo do Estado está trabalhando para pagar os salários na data, e classificou como fofocas e fuxicos as informações divulgadas em redes sociais de que o governo atrasará os salários.
“Estamos trabalhando bastante para que os salários sejam pagos conforme determina a constituição estadual. No mais é fofoca, é disse me disse, é fuxico, é mexerico. Estamos querendo dar tranquilidade ao servidor e estamos trabalhando para que seja pago até o dia 10”, disse o governador.

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Taques vai à AL terça para anunciar medidas contra crise

 

Tarso Nunes - RD News
O governador Pedro Taques (PSDB) não esteve presente na sessão solene da Assembleia realizada nesta sexta (2), mas vai participar da sessão especial a ser realizada na próxima terça (6), com intuito de passar uma mensagem aos 24 parlamentares sobre a situação financeira do Estado e algumas medidas que serão tomadas para tentar amenizar a crise. Além do tucano, o presidente do Tribunal de Justiça Rui Ramos também estará presente para discursar sobre a situação do Judiciário.
O presidente da Assembleia Eduardo Botelho (PSB), que esteve reunido com o governador para tratar sobre os atrasos do duodécimo, afirma que na sessão especial Taques deve anunciar algumas medidas, “para esse período de turbulência que vai até maio”, disse Botelho em coletiva.
A sessão solene realizada hoje (2), que dá início aos trabalhos Legislativo, foi marcada pela fraca presença de autoridades e dos próprios parlamentares e dos representantes dos Poderes, uma vez que na próxima semana será realizada outra sessão com presença de todos. O secretário chefe da Casa Civil Max Russi (PSB) representou o governador na leitura da mensagem do Executivo de 2018.
De acordo com Max, 157 mensagens foram encaminhadas ao Executivo desde 2016, sendo que 144 sancionadas ou sancionadas parcialmente. Entre os projetos, o secretário destacou o programa Pró-Família que chegou a mais de 13 mil mato-grossenses em situação de extrema vulnerabilidade em 100 municípios do Estado.
O secretário aponta também a aprovação da PEC do Teto dos Gastos Públicos dando possibilidade do Estado renegociar o pagamento de dívidas com união, podendo economizar em até R$ 1,3 bilhão. “Juntos encontramos as melhores saídas dentro das reais possibilidades do Estado, mesmo em um cenário de austeridade temos que ter como foco a responsabilidade com o dinheiro público”, afirma.
Max destacou ainda a dificuldade de equilibrar as contas e ao mesmo tempo agradar a todos. De todo modo, lembra que foi possível avançar em várias ações. “Reconhecemos que neste ano ainda precisamos trabalhar muito, aperfeiçoando nossas práticas de gestão e as ferramentas de controle, para promover mudanças significativas, com efeitos de longo prazo, em vários setores”, sustenta.
Em seu discurso, Botelho lembra que apesar deste ano ser curto em razão das eleições, a Assembleia cumprirá seu dever. “Não fugiremos a nossa responsabilidade, vamos lutar com todas as forças para cumprir os propósitos pelos quais a sociedade mato-grossense nos conduziu a este posto”, explica.
O presidente se utilizou da frase dita por Ulisses Guimarães. “A história nos desafia para grandes serviços, nos consagrará se os fizermos, nos repudiará se desertarmos” para dizer que Assembleia não fugirá das obrigações e de suas responsabilidades. “Não seremos repudiados, nós vamos fazer”, garante.
O deputado Pedro Satélite (PSD) se mostrou preocupado com a situação financeira dos municípios uma vez que quase 100% da receita é para quitar débitos da administração pública, faltando para investimento para a população. “Em ano de Copa do Mundo quem será lembrado como herói são os jogadores. Mas os verdadeiros heróis são os pais de famílias que trabalham duro para terem o que comer.”
Além de Max, Botelho e Satélite estavam presentes o deputado Nininho Bortolini (PSD), Baiano Filho (PSDB), Gilmar Fabris (PSD) e Sebastião Rezende (PSC). O defensor público-geral Silvio Jeferson Santana também acompanhou a sessão na Mesa Diretora.

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PSC: Galli vê carnaval como “festa de safadeza” e admite projeto de ser prefeito da Capital

 

RD News
Jacques Gosch
O deputado federal Victório Galli (PSC) admitiu que pretende ser prefeito de Cuiabá. E caso o projeto político seja concretizado, promete cortar recursos para o carnaval que classifica como “festa cheia de sadafeza” sem medo de perder votos.
“Eu quero ser prefeito de Cuiabá um dia. Na minha gestão, você pode ter certeza que dinheiro do Executivo só vai para aquilo que é descente e ordeiro. Vota em mim quem quer defender família, casamento e o bem estar das pessoas”, declarou Galli em entrevista à Rádio Capital FM, na manhã desta quinta (1º).
Apesar da crítica de Galli, o carnaval de Cuiabá não será feito com recursos públicos. As festividades, que neste ano serão concentradas na Orla do Porto, foram viabilizadas através de parcerias com a iniciativa privada.
Além disso, Galli também elogiou a decisão do governador Pedro Taques (PSDB) de não liberar o pagamento de emendas parlamentares para financiar o carnaval nos municípios. Segundo o decreto publicado em 17 de janeiro, o Executivo decidiu priorizar a saúde em função da crise financeira que atinge Mato Grosso.
“O carnaval é uma festa também de safadeza. Como que pode um pai de família ficar feliz de ver sua filha mostrando calcinha na rua ou a esposa mostrando par da coxa? E com dinheiro público para isso? Pode ter certeza que emenda minha não vai acontecer”, completou Galli.
Pastor da Assembleia de Deus e integrante da bancada evangélica na Câmara dos Deputados, Galli ainda argumenta que o carnaval destrói famílias. Em sua opinião, os prejuízos da degradação moral são sentidos em longo prazo. “O rastro que o carnaval deixa à população é desgraça. É muito mais que prazer. São tantas meninas perdendo virgindade, gerando crianças que vão nascer daqui nove meses sem nem saber quem é o pai”, concluiu.

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