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Bezerra e Juarez querem o MDB apoiando Haddad para presidente neste 2º turno

Jacques Gosch
RD News
Os deputados federais eleitos Carlos Bezerra e Juarez Costa, que farão parte da bancada do MDB na Câmara dos Deputados a partir de 1º de fevereiro de 2019, defendem que a sigla apoie Fernando Haddad (PT) à presidência da República. O emedebista Valtenir Pereira, mesmo não reeleito para novo mandato de deputado federal, adota o mesmo posicionamento dos correligionários.
Após decisão partidária pela neutralidade e liberação dos seus filiados, Bezerra não esconde a simpatia pelo petista.
“Particularmente, tenho simpatia pelo apoio ao Haddad, mas o assunto ainda vai ser discutido. Eu sigo a decisão partidária”. Isso é o que Bezerra tem dito quando questionado sobre seu posicionamento nas eleições presidenciais.
Juarez também aguarda para anunciar seu apoio a Haddad. Mesmo assim, é mais direto ao expor os motivos que o levam a rejeitar Jair Bolsonaro (PSL) no segundo turno.
“Minha opção é apoiar o candidato que defende os mais pobres, a classe média e que vai governar para todos. Não apoio político comprometido somente com os mais ricos. Vou apoiar o projeto daquele que olha para todos. Assim que administrei Sinop e fiz uma boa gestão”, disse Juarez ao RD News.
Apesar de militar no MDB, Juarez não esconde a discordância com o Governo Michel Temer (MDB). Inclusive, se diz contrário ao impeachment da ex-presidente da República Dilma Rousseff (PT) que colocou o correligionário na chefia da nação em 2016.
Uma das bandeiras que pretende defender na Câmara dos Deputados é a revogação da PEC do Teto dos Gastos Públicos, a qual chama de PEC da Morte. Aprovada a pedido de Temer, congela os gastos do governo federal e limita investimentos em áreas essências como saúde e educação por 20 anos.
Outra bandeira será a reforma da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Segundo ele, a atual legislação penaliza os prefeitos e prejudica as administrações municipais.
“Não defendo o descontrole dos gastos, mas a LRF precisa ser revista em alguns aspectos. Os prefeitos não podem ser penalizados por falhas formais, sanáveis e sem dolo, engessando as prefeituras”, concluiu.
Deputados
Aos 76 anos e radicado em Rondonópolis, Bezerra se prepara para assumir o quinto mandato de deputado federal. Com 59.155 votos, foi o quinto mais votado nesta eleição. Um dos políticos mais longevos de Mato Grosso, já exerceu mandatos de deputado estadual, prefeito de Rondonópolis, governador e senador.
Com 49.912 votos, o último da lista dos oito eleitos é Juarez. Além de deputado estadual, o emedebista foi prefeito de Sinop por dois mandatos consecutivos e representará o município e a Região Norte no Congresso.

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ASSEMBLEIA LEGISLATIVA: Empresários e médicos são as profissões mais comuns entre os eleitos

Vinícius Bruno/RD News
Os eleitores mato-grossenses elegeram no último dia 7 de outubro seis empresários, cinco médicos, três advogados, dois professores, um economista entre outros profissionais para a Assembleia.
Chama atenção o fato de dentre os 14 novos deputados eleitos, quatro são médicos. Mas apesar da forte representatividade de profissionais da saúde ou de pessoas ligadas ao mercado econômico, não significa que esses temas estarão naturalmente contemplados na agenda parlamentar desses políticos.
A avaliação é da cientista política Chistiany Fonseca, para quem o critério profissional nem sempre é o principal fator que define a atividade legislativa. “Isso porque os parlamentares acabam pautando suas atividades parlamentares pela necessidade de dar respostas aos grupos que os elegeram. O que não necessariamente se confunde a condição profissional do candidato”.
Na prática, o fato de serem eleitos cinco médicos na Assembleia, não significa necessariamente que existirão mais projetos voltados para saúde, ou que haja propensão natural para que os temas ligados a esta área possam ser resolvidos com mais facilidade.
Apesar disso, um exemplo recente de que os parlamentares deram respostas influenciadas pelas suas profissões foi na polêmica votação do Fundo Estadual de Estabilização Fiscal (FEEF). Guilherme Maluf (PSDB), que é médico e sócio de um hospital, apresentou emenda ao projeto de lei do FEEF para que parte dos recursos a serem arrecadados pelo chamado “fundão” fosse direcionado para pagar as despesas do MT Saúde.
Allan Kardec (PDT), educador físico com mestrado na área de educação, também apresentou emenda ao projeto do FEEF para que parte dos recursos do fundão fosse destinada para a criação de academias esportivas em praças públicas, como forma de estimular a saúde preventiva e dessa forma desafogar a saúde curativa. Ambos as emendas foram rejeitadas, mas demonstraram o lobby exercido pelos parlamentares em razão de suas atividades profissionais.
Na próxima legislatura (2019-2022) o bloco econômico, formado por empresários, conta com Janaina Riva (MDB), Nininho (PSD), Eduardo Botelho (DEM), Xuxu Dal Molin (PSC), Valmir Moretto (PRB) e Dilmar Dal Bosco (DEM).
Lúdio Cabral (MDB), João José de Matos (MDB), José Eugênio de Paiva (PSB) Luiz Amilton Gimenez (PV) e Guilherme Maluf (PSDB) são médicos.
Faissal Calil (PV), Ulysses Moraes (DC) e Silvio Fávero (PSL) são advogados. Allan Kardec (PDT) e Wilson Santos (PSDB) são professores. Elizeu Nascimento (DC) e Delegado Claudinei (PSL) são ligados à segurança pública.
Max Russi (PSB) e Paulo Araújo (PP) declaram política como profissão. Sebastião Rezende (PSC) é engenheiro e pastor. Thiago Silva (MDB) é economista. João Batista do Sindispen (Pros) e Valdir Barranco (PT) são servidores públicos.

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ELEIÇÕES 2018: Romoaldo acredita em rodízio para assumir vaga na AL

Por Arão Leite
Redação
Alta Floresta/MT – Uma matéria do repórter Douglas Trialli, do site Midianews ele destaca uma entrevista do deputado estadual Romoaldo Júnior, derrotado nas eleições de sete de outubro de 2018. O jornalista foca primeiro que Romoaldo atribui parte de seus somente 18.467 votos à delação do ex-governador Silval Barbosa. O líder emedebista declarou em bate papo com a imprensa que as acusações de Silval foram fulminantes para a derrota de muitos candidatos como ele, Mauro Savi e outros em Mato Grosso.
Mas nas declarações de Romoaldo Júnior na mesma entrevista ele se mostra otimista quanto a assumir umas das 24 cadeiras na Assembleia Legislativa na próxima gestão. O primeiro suplente eleito Romoaldo, sendo do grupo aliado ao governador eleito Mauro Mendes, do DEM, joga suas fichas nos acordos que poderão acontecer dentro das coligações.
“Ainda temos chances. Alguns deputados podem assumir secretarias; tem ainda o rodízio. Eu sou muito querido pelos colegas, que já disseram que vão abrir espaço”, afirmou. “A eleição, este ano, foi muito diferente. Tinha gente trabalhando para um tanto de voto e recebeu muito menos que o esperado. Eu trabalhava com 30 mil votos e recebi 18 mil, mas é isso. Agora é seguir em frente”, completou Romoaldo na publicação do site Midianews.

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