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Deputado Romoaldo vê ‘virada de jogo’ e acredita que Taques pode ser reeleito

 

A Gazeta
O deputado estadual Romoaldo Junior (PMDB) afirmou que o governador Pedro Taques (PSDB) tem chances de ser reeleito se conseguir no último ano resolver a crise econômica e política da sua gestão. Segundo ele, o não pagamento das emendas impositivas indicadas pelos parlamentares é considerado um desprestígio e um dos seus maiores erros.
“Ele está há três anos sem pagar emendas, é com esse dinheiro que chega a reforma na escola, a quadra de esporte nos municípios pequenos, é através disso. Esse recurso chega lá na ponta, é assim que o deputado pode ajudar, e faz três anos que não acontece. É quase uma gestão inteira assim. Aí você vê que as diárias na gestão dele, subiram para R$ 600 mil, então está errado”, disse o parlamentar.
De acordo com levantamento, o executivo só conseguiu pagar 10% de mais de R$ 140 milhões que são de direito do parlamento. A perspectiva é que do pagamento do Auxílio Financeiro de Fomento às Exportações (FEX) por parte do Governo Federal, R$ 50 milhões sejam usados para as emendas.
“O governador tem que dar a volta por cima, ir para o interior resolver os compromissos que prometeu e depois disso é sentar com o grupo político, se ele tiver bem, todo mundo vai acomodar e apoiar ele, mas se tiver mal como está aí não tem jeito. Ele tem chances, está trabalhando muito, mas tem que corrigir os erros dos últimos 3 anos”, ressaltou o peemedebista.
Romoaldo comentou que Taques não deve se preocupar com um adversário no grupo oposicionista e sim dentro do arco de aliança que está junto com ele na gestão. Segundo ele, um segundo nome para disputar o Governo pode estar no “ninho” governista.
“Ele está dormindo com o inimigo. E se ele não se viabilizar no próximo ano, o futuro governador de Mato Grosso será ou o Blairo Maggi, ou Jayme Campos e até mesmo o vice-governador Carlos Fávaro, e todos estão com ele hoje”.

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Prefeituras recebem R$ 226,7 milhões através do FPM

 

Lorrana Carvalho | Sefaz-MT
O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Fazenda (Sefaz), repassou o total de R$ 226,70 milhões às 141 prefeituras do Estado, referente ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM) do mês de outubro. O valor divulgado no Diário Oficial, que circulou na terça-feira (05), é 11,3% maior que os R$ 200,42 milhões repassados no mesmo período de 2016. O valor, somado ao repasse dos meses anteriores, totaliza R$ 2,14 bilhões transferidos aos cofres municipais, de janeiro a outubro de 2017. O montante é 10,6% superior ao repassado no mesmo período do ano de 2016, quando foram creditados R$ 2,01 bilhões ao orçamento das prefeituras. Para consultar os valores do FPM dos meses anteriores, clique aqui. Do total repassado no mês de outubro, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) soma R$ 213,47 milhões e o Imposto sobre Propriedade de Veículos (IPVA) R$ 11,39 milhões. Somados, os tributos respondem pelas principais fontes de arrecadação estadual. No valor repassado, também está incluído o Fundo Partilhado de Investimentos Sociais (Fupis) que somou R$ 15,64 mil, cuja fonte é o Governo do Estado. Os municípios receberam ainda R$ 1,69 milhão do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e R$ 115,60 mil do Fundo Especial do Petróleo (FEP), provenientes da União. Os valores repassados por meio do FPM compõe uma importante fonte na formação orçamentária dos municípios. Além disso, o recurso garante que os prefeitos utilizem a verba de acordo com as demandas municipais, como folha de pagamento, obras de infraestrutura, pagamento de contas e investimentos.

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MT espera receber R$ 150 mi de empresas delatadas por Silval

 

Procurador-geral revelou que quatro empresas
negociam com o Governo para devolver recursos

 

DOUGLAS TRIELLI
MidiaNews
O procurador-geral do Estado, Rogerio Gallo, revelou que o Governo espera receber ainda este ano R$ 150 milhões de empresas citadas na delação do ex-governador Silval Barbosa (PMDB) que estariam envolvidas em irregularidades por meio da concessão de incentivos fiscais.
 Segundo ele, a ação está sendo desenvolvida pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira).
 “Não posso revelar quais empresas, porque temos uma cláusula de confidencialidade, mas o trabalho, que é em junto com o MPE, Delegacia Fazendária, Procuradoria, Secretaria de Fazenda e Controladoria, é que nós, ainda neste ano, consigamos algo em torno de R$ 150 milhões”, disse ao MidiaNews.
 “São problemas relacionados às delações que foram reveladas ao longo dos últimos meses, que acabam levando ao conhecimento de problemas na concessão de incentivos fiscais, no aproveitamento de créditos tributários. Enfim, uma série de problemas que se tornaram conhecidos. E aí as empresas são convidadas para resolverem esses problemas de forma proativa, independente de recursos à Justiça”, afirmou.
 De acordo com Gallo, são entre duas a quatro empresas que estão em negociação com o Executivo para a devolução de recursos aos cofres públicos.
O montante, segundo ele, será usado para ajudar a quitar a folha dos servidores públicos, que gira em torno de R$ 600 milhões.
 “O objetivo do Cira é exatamente este, recuperar os ativos da forma mais célere possível para que isso seja revertido aos cofres do Estado. Esses recursos novos que estão ingressando vão ajudar e muito no pagamento da folha”, completou.
R$ 776,3 milhões
Conforme balanço divulgado pelo Cira na metade deste ano, o comitê já restabeleceu aos cofres públicos, de 2015 a maio de 2017, a quantia de R$ 776 milhões. O montante abrange recuperação de crédito tributário e de valores originários de produto de crime.
 A força-tarefa é composta pelo Ministério Público Estadual, Secretaria de Estado de Fazenda, Secretaria de Estado de Segurança Pública. Polícia Civil e Procuradoria-Geral do Estado e pontualmente recebe o auxílio da Controladoria Geral do Estado.
 Do montante, R$ 621 milhões referem-se à recuperação de crédito tributário, repassados diretamente à conta única do Governo, bem como, R$ 79 milhões, fruto de ressarcimento, que parceladamente também foram depositados a favor do Executivo.
 E o restante refere-se a perdimento, por se tratar de produto do crime, depositado na conta única do Poder Judiciário, cuja destinação é sempre de interesse público.
 Por conta do sigilo das informações fiscais e também da obrigação legal referente à preservação da imagem do colaborador, o Cira não divulgou detalhes das medidas propostas.

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