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COMUNIDADE CEU AZUL: Polícia Civil investigará assalto na zona rural de Alta Floresta

 

Família foi feita refém durante roubo em uma propriedade na quarta-feira

 

Por Arão Leite
Alta Floresta/MT – O roubo ocorrido na última quarta-feira em uma propriedade da Comunidade Céu Azul deverá ser investigado pela Polícia Civil. Até a tarde desta sexta-feira, 20 de outubro a família que foi feita refém ainda não tinha comunicado oficialmente o caso às autoridades, mas um investigador da Delegacia Municipal informou que uma equipe estava se deslocando para o local levantar maiores informações.
O roubo aconteceu por volta das 14 horas de quarta-feira. Dois elementos, numa moto Bros de cor preta chegaram na casa, invadiram e armados, anunciaram o roubo, rendendo um casal que estava ainda com um bebê de um ano e meio. “Minha cunhada está em pânico”, comentou uma fonte do Jornal da Cidade. “Roubaram lá no ano passado e agora de novo. Isso é um absurdo”, acrescentou a irmã de uma das vítimas.
O produtor rural tem 40 anos e segundo informações, ele e sua esposa, além de terem armas apontadas para a cabeça ainda sofreram agressões, foram presos dentro do banheiro com a criança. Os bandidos que queriam armas e produtos de valor, saíram depois levando 600 reais em dinheiro e um relógio. A falta de entendimento com um policial militar que atendeu a ligação no momento do primeiro chamado fez com que a famílias desistisse da presença da PM no local naquele momento. “Meu irmão nervoso, todos em pânico e a pessoa o chama de ignorante”, conta a fonte.
Por telefone, o produtor informou depois que já não queria mais registrar a ocorrência. “Não vai adiantar nada. O ano passado registramos e não adiantou nada. O que eles levaram agora também não vamos recuperar”, alegou.
Mesmo a família não querendo, a Polícia Civil nesta sexta-feira estaria saindo para buscar informações e tentar chegar aos elementos que segundo fontes, podem estar envolvidos em outros roubos.

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ALTA FLORESTA: Idoso faz apelo para resgatar caminhonete roubada

 

Homem de 66 anos teve F-4000 roubada  e ficou amarrado no mato

 

Por Arão Leite
Alta Floresta/MT – Uma semana se passou e o idoso Paulo Lima da Cruz permanece tenso, trêmulo e muito frustrado com a vida. O homem de 66 anos que trabalhou firme até se aposentar e depois ainda comprou uma caminhonete para tentar engrossar o benefício, foi vítima de assalto na última sexta-feira,13. Sua F-4000 da cor branca, placa CBJ 4068, foi lhe roubada por um falso cliente.
Ficando em um ponto estratégico próximo da Feira Libre de Alta Floresta, o ‘freteiro’ foi procurado por um elemento de cor escura, barba rala grisalha, cabelo quase raspado e com aparência de aproximadamente 40 anos. “Fechamos negócio para um frente a 67 quilômetros daqui. Ainda fui em casa, peguei uma lona e outras coisas e fomos. Passei antes na padaria comprar um lanche junto com ele e fui dando até pão de queijo –para o bandido –”, conta a vítima que após percorrer mais de 70 quilômetros pela Rodovias MT-208/320 sentido Alta Floresta a Nova Canaã do Norte, viu a verdadeira intenção do elemento.
“Pouco tempo depois de passar a ponte do Rio Teles Pires tem uma estrada de acesso a uma praia (Ilha da Saudade) e no meio do caminho vimos uma pessoa qual ele (bandido que alugou a caminhonete) disse que era pessoa que iria nos ajudar a pegar as coisas da mudança. Mas quando parei a caminhonete ele já me apontou o revólver, anunciou o assalto, mandou sair e me derrubou no chão”, conta o aposentado que em seguida foi amarrado e levado para dentro do mato. “Naquele momento o pensamento era que ia morrer, mas me apeguei muito em Deus e Nossa Senhora”, lembra a vítima. “Mas a todo momento eles falavam em me matar”, conta.
Depois de renderem e pegar a caminhonete da vítima o bandido que alugou a F-4000 e o comparsa que o esperava ainda tinham um elemento de apoio numa moto segundo a vítima. Paulo Lima da Cruz depois de amarrado ao meio do mato demorou horas para se soltar e ir atrás de ajuda. “Consegui me soltar roendo os fios. Mas me machuquei muito. E depois, na beira da estrada, ainda tive que pular no chão e me arrastar escondido porque uma moto voltava para o mesmo local e pensava que era um deles que viria me matar, já que tinha visto o rosto de um deles”, presumiu o idoso que conseguiu mais tarde o apoio de dois vaqueiros de uma fazenda. “Eles me viram e ofereceram ajuda e que só sairiam de perto de mim quando eu conseguisse carona”, explica o homem que agora pede apoio da região para encontrar sua caminhonete branca, com listras na cabine, ano 95 e avaliada em 50 mil reais. “É o meio de trabalho e locomoção que tenho”.
O caso registrado pela Polícia, ainda não tem informações sobre possíveis suspeitos.

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OSSADA HUMANA Repórter reconheceu corpo de irmão ao cobrir matéria de ossada humana

 

Restos mortais encontrados em área próxima da MT 208 seria de Fagner Teixeira

 

Por Arão Leite
Alta Floresta/MT – Os restos mortais encontrados a cerca de 35 quilômetros de Alta Floresta no sábado, 14 de outubro de 2017, pode ser do jovem Fagner Jansen Teixeira Benites. Quem revelou a possível identidade foi o repórter cinematográfico Marcos Teixeira, que descobriu que o irmão estaria morto enquanto fazia a matéria sobre uma ossada humana.
Aos 26 anos e quase dez de profissão, ele que tem mais dois irmãos, ficou em estado choque ao ouvir do jornalista que reportava a notícia, descrever a roupa e um detalhe único visto no que sobrou da pele nas costas da pessoa morta. “Quando falou sobre a marca da cueca e da calça jeans Original e essa tatuagem tribal do lado direito, lembrei dele”, comentou ao ressaltar que Jansen Teixeira, de 25 anos, estaria desaparecido há mais de 40 dias. “A gente sempre faz matéria e as vezes desse tipo, na tentativa de ajudar a família a achar uma pessoa ou identificar. Mas dessa vez fui eu quem acabou vivendo a situação”, lamentou o profissional de comunicação.
“Ele estava envolvido com muitos problemas, droga. Tinham pessoas atrás dele e não era gente só de Alta Floresta, mas de outras cidades”, relatou o cinegrafista revelando indiretamente que o irmão pode ter sido assassinado. Mas um laudo da Polícia Técnica é quem deverá apontar as causas da morte e exame de DNA comprovar a identidade. “Mas eu não tenho dúvida de que é ele”, assegurou.
O caso é investigado pela Polícia Civil.

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