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Vereadores cobram responsabilidades da CAB e da Energisa

LINDOMAR LEAL
Assessoria de Imprensa
Câmara Municipal
Na primeira Sessão Ordinária após o recesso de julho do Legislativo, na terça-feira (7), todos os vereadores registraram presença no Plenário da Câmara Municipal de Alta Floresta e falaram sobre as expectativas para o segundo semestre.
Os vereadores Emerson Sais Machado (MDB), presidente da Casa de Leis, Luiz Carlos de Queiroz (MDB) e José Eloi Crestani (MDB) cobraram as responsabilidades da CAB Alta Floresta, concessionária responsável pelo abastecimento de água potável no perímetro urbano do município, e a Energisa, responsável pelo fornecimento de energia elétrica.
Eloi Crestani reclamou da concessionária de águas pelos danos provocados nas ruas pavimentadas. Conforme o vereador a empresa abriu buracos na Avenida Teles Pires e tampou com terra. “Estão abrindo buracos no asfalto e tampando com terra deixando para o município consertar”, reclamou.
O vereador Luiz Carlos voltou a criticar as empresas por não terem enviado representantes para a reunião com os vereadores antes do recesso e pediu ao presidente que marque uma nova reunião administrativa e convoque os representantes das duas empresas para prestarem esclarecimentos ao Poder Legislativo. Uma das cobranças do vereador é a redução de 90% para 50% a cobrança da taxa de esgoto sobre o consumo de água no município e o alto preço da energia elétrica. “Quero continuar levantando essa bandeira com os companheiros vereadores”, disse.
O presidente da Casa de Leis foi taxativo ao criticar as duas empresas pelo alto valor cobrado pelos serviços prestados. Emerson Machado lembrou que quando a região importava energia o valor era um, agora que a região é produtora e exporta energia para todo o Brasil os consumidores estão pagando mais caro. “Somos exportadores e pagamos um absurdo de energia, temos que lugar contra isso porque está pesando para a sociedade”, reclamou.
Sobre a CAB o presidente citou como exemplo a taxa de ligação no valor de R$ 150,00 que a empresa cobra para ligar o cavalete, que inclusive é pago pelo consumidor, na rede de abastecimento. “É um absurdo esse valor, se não estiver enganado para religação é o mesmo preço. Está sacrificando o povo. Tinha que ser gratuito”, sugeriu ao confirmar a realização da reunião com as empresas. “Vamos fazer essa reunião com toda certeza”, assegurou.

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